Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019
Polícia

Polícia Civil desvenda a morte da servidora aposentada, diarista confessa o crime e está presa em Fortaleza

A diarista assumiu a autoria do crime, ela e três comparsas estão presas, a vítima foi dopada para facilitar o roubo de R$ 60 mil reais da servidora. No dia do crime, porém, só havia R$ 1 mil na conta, o pequeno valor foi o motivo do crime

Publicada em 01/12/19 às 15:10h - 945 visualizações

por Tribuna dos Vales/Manoelzinho Canafístula


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A diarista Maria Aparecida Pereira confessou que matou Liduina Rios para roubar R$ 60 mil reais  (Foto: Reprodução SVM)

Maria Aparecida Pereira (CIDA), foi contratada pela servidora pública aposentada, Liduina Maria Júnior Rios, 60 anos, para trabalhar na residência da família como diarista, segundo a polícia civil Cida confessou que matou Liduina e planejou roubar supostos R$ 60 mil reais da vítima. O crime chocou a população cearense e da cidade de Itarema, berço do nascimento de Liduina Rios.

Crueldade - O caso foi desvendado pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa da Policia Civil especializada de Fortaleza, segundo o delegado João Paulo Machado ele chegou na casa da vítima e a encontrou com pés e mãos amarradas, e com duas facas completamente encravadas na região do pescoço e do peito, “as facas estavam paralelas e completamente enfincadas no corpo da vítima”, ressaltou a autoridade policial.

Delegado do DHPP João Paulo Machado encontrou a vítima em casa  
Foto: Reprodução SVM

Tentativa de Dope - Ainda segundo o delegado foram levados diversos objetos pessoais da família, entre eles relógios, joias, roupas. Segundo o delegado Renato Almeida para conseguir praticar o crime a diarista dopou a aposentada e tentou dopar o filho dela Fred Rios, porém ela não conseguiu o efeito necessário, “ela falou que colocou remédio dentro da comida e que não conseguiu o efeito que ela esperava, o que não impediu que ela amarasse e amordaçasse a Liduina”, ressaltou o delegado.

Delegado Renato Almeida do DHPP também participou da operação - Foto: Reprodução SVM

Motivo do crime - De acordo com a policia civil, o plano para matar a aposentada começou quando a diarista viu um extrato bancário da vítima no valor de R$ 60 mil reais, mas na noite do crime quando a diarista teve acesso a conta bancária, descobriu que só tinha R$ 1.200 reais. “Elas procuraram a senha do cartão e conseguiram, mas viram que nessa conta bancária que elas imaginaram que teria R$ 60 mil reais só tinha R$ 1.200 reais, a partir daí com a vítima amordaçada, elas ficaram nervosas e teria praticado o ato, seria como se fosse muito pouco dinheiro para elas não fazerem nada e dai praticaram o ato”, enfatizou o delegado Renato Almeida.

Ana Lúcia Bianque é a companheira de Cida e foi presa em casa na comunidade Babilônia no bairro Barroso em Fortaleza - Foto: Reprodução SVM

Suspeitas - A suspeita de que Cida tinha envolvimento com o crime surgiu a partir da descoberta de que a casa, não tinha sinais de arrombamento e a chave de acesso a residência havia desaparecido. Segundo o delegado Almeida o filho da vítima sentiu a falta de uma chave, que ele tinha em seu molho de chaves, e procurou a chave e não achou e viu que estava com a própria diarista.

Jéssica Carolina Ferreira, também participou do latrocínio - Foto: Reprodução SVM

Prisões – Na noite da última quinta-feira, dia 26 de novembro a policia civil prendeu Maria Aparecida Pereira (Cida) e sua companheira Ana Lucia Bianque, elas estavam na casa onde morava na comunidade Babilônia, no bairro Barroso em Fortaleza, as duas planejavam fugir. Segundo o delegado Almeida as mulheres confidenciaram o plano de fuga para o Rio Grande do Sul. Na mesma noite e na comunidade foi presa, Jéssica Carolina Ferreira, que também participou do latrocínio, já a outra mulher presa foi Nádia Maria de Araújo Lopes, a única que não entrou na casa de Liduina, ela foi presa em sua residência em Pacatuba, na região metropolitana, ela foi encontrada com alguns pertences da vítima. a Polícia também verificou que clientes que buscavam os serviços de Aparecida relataram o sumiço de pertences após o trabalho da suspeita nas respectivas residências.

Nádia Maria de Araújo Lopes, úncia que não esteve na casa da vítima, porém foi presa em Pacatuba com objetos roubados da vítima - Foto: Reprodução SVM




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