Domingo, 27 de Setembro de 2020
Polícia

Operação contra fraude milionária em licitações cumpre mandados no Eusébio, na Grande Fortaleza

Operação Banquete investiga fraudes em licitações da Prefeitura do Eusébio. Quadrilha teria faturou mais de R$ 7,6 milhões em fraudes.

Publicada em 19/08/20 às 12:32h - 31 visualizações

por G1 Ceará


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Grupo Especial de Combate à Corrupção faz operação contra fraudes em licitações na Prefeitura de Eusébio, na Grande Fortaleza  (Foto: Helene Santos/ SVM)

Uma operação do Ministério Público do Ceará (MPCE) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (19), sete mandados de prisão, dois de afastamento da função pública e outros 17 de busca e apreensão contra empresários e agentes públicos, no município de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza.

Segundo o portal de noticias G1 Ceará, a Operação Banquete investiga fraudes em licitações da Prefeitura do Eusébio. Segundo o MP, o grupo criminoso faturou mais de R$ 7,6 milhões por meio da combinação de propostas entre licitantes e constituição de empresas em nome de "laranjas". A operação é realizada pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), com o apoio do Departamento Técnico Operacional da Polícia Civil.

Ainda de acordo com o portal G1 Ceará, foi mantido contato com a Prefeitura do Eusébio, mas até as 11h15 não obteve resposta sobre a investigação.

A reportagem dia ainda que durante a operação, foram apreendidos documentos, aparelhos celulares e computadores. Os investigadores também encontraram R$ 46 mil na casa de um empresário.

Segundo o MP, as investigações sobre o caso começaram há dez meses e, apontaram que empresários do ramo de alimentação e serviços gráficos teriam se associado para fraudar licitações e dispensas, em vários órgãos da prefeitura.

O grupo criminoso teria se valido de pessoas de baixa renda para figurarem como sócias meramente formais das empresas, garantindo e ocultando o desvio de recursos públicos para os verdadeiros donos. Os investigados teriam contado ainda com auxílio criminoso de servidores e dirigente de órgãos públicos.

Segundo o Ministério Público, o Geoc, que atuou na operação, foi criado por meio do Provimento nº 093/2018, com o objetivo de prestar auxílio aos órgãos de execução do Ministério Público incumbidos da prevenção e repressão aos ilícitos penais e civis praticados em detrimento do patrimônio público ou que atentem contra a probidade administrativa, atribuídos a agentes vinculados à Administração Pública direta ou indireta, estadual ou municipal, ou a entidades privadas que sejam destinatárias de recursos públicos.




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