Domingo, 27 de Setembro de 2020
Política

Acusado de falsificar dados curriculares, ministro da Educação pede demissão

Carlos Decotteli não é mais ministro da Educação. Seu destino foi selado na tarde de hoje (30) após polêmicas sobre as falsas informações curriculares, entre elas o plágio do mestrado, não conclusão do doutorado e de que nunca foi professor na FGV

Publicada em 30/06/20 às 17:34h - 131 visualizações

por Tribuna dos Vales


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Carlos Alberto Decotelli e Jair Bolsonaro  (Foto: Reprodução/Facebook.)

No cargo há menos de uma semana, Carlos Alberto Decotteli não é mais ministro da Educação. O professor teve encontro com o presidente Jair Bolsonaro e selou seu destino. O pedido de demissão foi comunicado ao chefe do Executivo na tarde desta terça-feira, 30.

O tiro que derrubou o ministro saiu de seu curriculo acadêmico, que continha um conjunto de informações falsas e questionáveis, além de uma acusação de plágio numa dissertação de mestrado.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) afirmou nesta segunda-feira (29), que Decotteli não atuou como pesquisador ou professor da instituição. O reitor da Universidade de Nacional de Rosário, Franco Bartolacci, também disse que o ministro não tinha doutorado.

“Nos vemos na necessidade de esclarecer que Carlos Alberto Decotelli da Silva não obteve na Universidad Nacional de Rosario o título de Doutor mencionado nesta publicação”, ressaltou Bartolacci em sua conta oficial no Twitter.




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