Segunda-feira, 30 de Março de 2020
Saúde

Bolsonaro volta a chamar de "histeria" preocupação com coronavírus e critica fechamento de escolas

Presidente disse em pronunciamento que o País deve "voltar à normalidade" e falou novamente que covid-19 é "gripezinha", houve panelaços durante a fala

Publicada em 24/03/20 às 21:46h - 176 visualizações

por O Povo Online e Uol


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Bolsonaro realizou pronunciamento em rede nacional na noite desta terça-feira, 24  (Foto: Sergio LIMA / AFP)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) realizou pronunciamento em rede nacional na noite desta terça-feira, 24. Ele voltou a minimizar os efeitos da pandemia de coronavírus, que no Brasil já infectou mais de 2.200 pessoas e tem 46 mortes confirmadas.

Bolsonaro disse que a contenção necessária era ao “pânico” e à “histeria”, e que os meios de comunicação “espalharam a sensação de pavor”. Ele afirmou que o país deve “voltar à normalidade”, e que medidas de distanciamento social devem ser abandonadas, chamado-as de “conceito de terra arrasada”. Ele questionou o fechamento de escolas, do comércio e as limitações de transporte.

O presidente chamou, novamente, a covid-19 de “gripezinha”, e reafirmou que a clororquina deve ser tratamento efetivo contra a doença. Segundo ele, estudos estão sendo realizados nos Estados Unidos e no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sobre a eficácia do remédio.

Assista o pronunciamento do presidente AQUI.

Panelaço

Bolsonaro é alvo de panelaços durante pronunciamento sobre o coronavírus

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi alvo de novos protestos durante um pronunciamento feito na noite de hoje sobre a pandemia do novo coronavírus. Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis, moradores foram às janelas para bater panelas e pedir a saída de Bolsonaro da Presidência.

No discurso, Bolsonaro disse que a rotina do País deve retornar à realidade e que a imprensa brasileira ajudou a iniciar o pânico em torno da covid-19. Ele também criticou governadores e voltou a se referir à doença, que já deixou 46 mortos no Brasil, como "gripezinha".




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